terça-feira, 1 de novembro de 2016

A história

O homem ouvia e mantinha-se calado. Quando lhe perguntaram se não tinha, pelo menos, uma história para contar, respondeu que sim, que tinha. E contou:

- Uma história.

16 comentários:

Manel Mau-Tempo disse...

um dia vai ser contador profissional... uma história, duas histórias, três histórias... :)

lua singular disse...

Olá,
Quem gosta de contar "causos" poderá ser um excelente contador de histórias
Abraços
Lua Singular

Manu disse...

Eu também sei contar muitas histórias e não duvido que tuas saibas contar melhor que ninguém.

Beijinhos Luísa

Janita disse...

Uma história já é um bom princípio de contagem, aliás, a verdadeira contagem.

Bom feriado, Luísa. :)

Gaja Maria disse...

Haja histórias e que as saibam contar. Gosto de ouvir histórias :)

Benó disse...

Foi uma história muito pequenina e cada um dava-lhe o meio e fim que entendesse. Ele deu o mote. Nada mais.

Portugalredecouvertes disse...

assim ele não aborreceu ninguém!
bom mês de novembro Luisa,
Angela

Célia Rangel disse...

... e assim instigou a muitos para que narrassem sua história de vida, pois cada um tem a sua...
Abraço.

Bia Hain disse...

Rsrsrsr... não deixou de cumprir o proposto. Abraços!

A Nossa Travessa disse...

Querida Luisamiga

Excelente estória. Curta. Sintética, Diz tudo e diz nada. Gostei.

Bjs da Raquel e qjs do Henrique o Leãozão

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EM BUSCA DO FILHO DA PAUTA
Já há cinco dias que publiquei na NOSSA TRAVESSA http://anossatravessa.blogspot.pt um textículo de minha autoria com o título acima mencionado que muito gostaria que visitasses e comentasses; muito obrigado.

Continua a SAGA das datas do meu blogue que não são actualizadas (não sei por que motivo) nos blogues das/os Amigas/os. Já solicitei a muitas/os delas/les que façam o favor de me indicar – caso conheçam – nomes de especialistas em blogues a fim de os consultar. PAGAREI O QUE FOR NECESSÁRIO. Mas quero ficar livre dessa chatice!!!!!! De preferência JÁAAAAAA!!!!!!! :-((((((

E finalmente estou a preparar a versão final sobre um novo textículo que se passa num RESTAURANTE-BAR (tasco) no qual retomo a linha neorrealista que tantas/os leitoras/es apreciam. Oxalá o mesmo se passe cm esta. Nela, e como lhe compete, o vernáculo reina, sem pejo, nem falsos pudores. Quando o publicar, obviamente dar-vos-ei conhecimento disso.


Henrique, o Leãozão

Laura Ferreira disse...

adoro histórias miudinhas...

redonda disse...

E eu à espera de um link para a história :)

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

O pagador de promessas.

AFRODITE disse...


Já eu, sou mais de escutar do que de contar!
E acho que não estou errada porque... Deus deu-nos dois ouvidos e uma boca apenas.

Beijinhos na proporção de uma boca mas duas faces!
(^^)

AFRODITE disse...

Em vez do "mas" leia-se "para".

Ana Freire disse...

Certamente a primeira de muitas...