segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Lua


Hoje não quero pensar.
Não quero falar.
Hoje só quero ver a lua.
Descansar nela o olhar.
Descansar os sentidos.
Adormecer como aquela criança, a quem mostram a lua... a madrinha lua.

4 comentários:

AC disse...

A pausa da guerreira...
(e que bela pausa!)

Beijo :)

Catarina disse...

Também eu me sinto assim hoje. : )

Anónimo disse...

Oi.
Esse tom não me parece bom!
Espero que seja só impressão minha.
Mas se é mesmo desânimo, que seja passageiro. Aliás, que já tenha passado.
Mas o bom, mesmo, é que seja apenas uma desculpa para mostrar uma bela foto.
Rog

Anónimo disse...

Caros amigos e amigas,

Como sabem, o filme José e Pilar estreou na passada quinta feira. pelo que, pedimo-vos que passem palavra e que o divulguem; pois a primeira semana é crucial para que os exibidores o mantenham em sala.
O filme irá estrear em Olhão dia 24 de Novembro.
No Brasil já foi visto por várias dezenas de milhar de pessoas e no próximo Sábado, dia 27 de Novembro, "José e Pilar" será filme de abertura do festival de Ronda (Espanha), onde será apresentado pelo Juiz Baltazar Garzón.

Um grande abraço a todos e obrigado por tudo,
Miguel


trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=LMFbp_t7h_A

site do filme: www.joseepilar.com

sinopse:

A Viagem do Elefante, o livro em que Saramago narra as aventuras e desventuras de um paquiderme transportado desde a corte de D. João III à do austríaco Arquiduque Maximiliano, é o ponto de partida para José e Pilar, filme de Miguel Gonçalves Mendes que retrata a relação entre José Saramago e Pilar del Río.

Mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, José e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo -- ou, pelo menos, em torná-lo melhor.

José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que génio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, "tudo pode ser contado de outra maneira".

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