quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Se Deus quiser


Diário

Se Deus quiser hei-de morrer
Com tudo feito e por fazer.

Raul de Carvalho, Duplo Olhar, 1978

[Colhido em: Poemas portugueses: antologia da poesia portuguesa do Séc.XIII ao Séc.XXI, Porto Editora, 2009]

14 comentários:

papoila disse...

Que bonito!
Bjs

bea disse...

também me parece que vai ser esse o meu estado; porque já dura em vida; tal e qualmente

Gaja Maria disse...

Subscrevo!

Janita disse...

A morte é uma constante na poesia de Raul de carvalho. Porque seria?
Afinal, é o destino que trazemos ao nascer.

Tudo feito e por fazer é a minha cara!


'Todas as horas, todos os minutos,
São para mim a véspera da partida.

Preparo-me para a morte, como quem
Se prepara para a vida'.


Um abraço, Luísa.

Célia Rangel disse...

É um dia ou noite que nunca se sabe... Mas que virá, virá! O que eu fiz, ok... O que não fiz, que façam... Se virem!
Abraço.

Pedro Coimbra disse...

Um bocado tétrico para o meu gosto.

Mona Lisa disse...

Sem dúvida!

Beijinhos.

Rosa Carioca disse...

Exatamente!

lenalima disse...

Sempre vamos deixar algo que gostaríamos de fazer...
e assim será! bj

Meu Velho Baú disse...

Muito bom !....
Certíssimo

Portugalredecouvertes disse...


dá que pensar Luisa !!!
beijinho para ti

Angela

Graça Sampaio disse...

Se Deus quiser... mesmo!

luisa disse...

Papoila,
… sentido. :)

Bea,
Fica sempre alguma coisa por fazer nesta passagem.

GM
Se pensarmos bem, é isto mesmo.

Janita,
Faz parte… Obrigada pelo poema. :)

Célia,
Não sabemos quando e nem queremos saber. Eu, em todo o caso, não quero. :)

Pedro,
Temos sempre alguma dificuldade em encarar a morte.

Mona Lisa,
E não é?

Rosa,
É mesmo assim. O mundo continua a girar depois de nós.

Lenalima,
Tal e qual.

Meu Velho Baú,
É o que eu acho.

Ângela,
Sempre nos questionamos sobre os mistérios da vida e da morte.

luisa disse...

Graça,
Ele assim dispõe. :)