sexta-feira, 18 de maio de 2012

Onde é que está a chave do carro?

É sacramental. Absolutamente regular e sacramental. Chegado o momento de sair do escritório esta minha colega pega nos seus pertences e logo desata numa busca ansiosa pela chave do carro. Ai, não encontro a minha chave! Onde é que eu pus a chave do carro? E o telemóvel? Agora não tenho o telemóvel. Espera aí que eu não encontro a chave.

Acho que não se passa dia nenhum sem que se repita esta cena. Eu e as restantes colegas do setor rimo-nos dela. Divertimo-nos. Acho até que já não passamos bem se não assistirmos diariamente a este episódio.

Eu rio-me e gozo com ela. Mas confesso que, embora caladinha, vou descendo as escadas do edifício e vou espreitando, uma e outra vez, para dento das bolsas interiores da minha mala de mão para confirmar se trago bem comigo a chave do meu carro e o meu telemóvel. Às vezes, já na rua, a caminho do local de estacionamento, volto a verificar… nem que seja só às apalpadelas.

9 comentários:

redonda disse...

Uma das minhas irmãs também é um pouco assim :)

Naná disse...

por causa disso é que nas minhas malas há sempre uma bolsa específica para a chave do carro e para a de casa!

Briseis disse...

Poooooooorra... todos os dias??! eu já teria arranjado um cordãozinho para a moça prender as coisas ao tornozelo. Não há pachorra!!lol ainda por cima, contagia-te com o pavor de perder as coisas... não se faz!

Anónimo disse...

Bom, eu não faço a cena todos os dias. E é só com as chaves do carro! Mas faço muuuuuitas vezes. E tenho um porta-chaves com um "rabo" comprido de modo a encontrá-lo mais rapidamente, sem ter que virar a mala e todo o seu conteúdo. O que, mesmo assim, às vezes, bufando e completamente desesperada, faço!
Rog

Catarina disse...

Ainda foi ontem que uma amiga me contou, mais ou menos isto:
“Há pouco telefonei para a Isabel. Quando atenderam, e não reconhecendo a voz, esqueci-me a quem tinha telefonado. Para não fazer figura de parva, disse quem era, esperando que a outra pessoa me reconhecesse. Perguntaram-me: quer falar com a minha mãe? Sim. A minha mãe foi ao ginásio. Desliguei e por segundos fiquei a pensar quem seria pois tenho algumas amigas que frequentam o ginásio. Depois é que me lembrei... ah... telefonei a ...”
Acabámos por nos rir! Se é caso para rir ou não, não tenho a certeza! : )

vieira calado disse...

E eu então!
não há dia que não saia de casa e logo tenho de voltar porque me esqueci de qualquer coisa.
Chaves, por exemplo.
Mas inventei uma manhas...
e lá me ou safando...

Bjsss

Beatriz disse...

Já assisti a situações parecidas. Não consigo deixar de esboçar um sorriso :)

Teté disse...

A quem é que de vez em quando não acontecem cenas dessas? Claro que tão repetidamente já é sinal de uma distração absolutamente instalada, mas de um modo geral, suponho que toca a todos... :)))

Beijocas!

Artes à Solta disse...

Tenho que admitir publicamente que sou eu essa colega...:((( Luísa, hoje eu não fiz essa cena! Será que me estou a curar? Lol