sábado, 25 de novembro de 2017

Espantos

Um dia, tive o espanto feliz de ver esta pequena esquina destacada na sua rubrica blog da semana. Como era possível?... pensei. Um espaço tão insignificante como o meu…


Hoje tenho o espanto triste de saber que partiu. Como é possível?...penso.  O desaparecimento de alguém que se admira, mesmo não conhecendo pessoalmente, toca-nos como se fosse próximo. 

10 comentários:

  1. Sentimentos sempre nos surpreendem... Aceitação.
    Abraço.

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  2. Quem partiu?
    Lamento a tua perda.
    Um beijinho

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  3. Luísa, quando são os melhores de nós, dói ainda mais.
    ~CC~

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  4. A mim não me espanta que esta tua «Esquina» tivesse figurado na lateral direita do blog de Pedro Rolo Duarte, Luísa.
    Foi uma menção merecida. Por sinal, na sua última, e, suponho, derradeira publicação, a 05 deste mês, a homenageada é a fadista Gisela João. Digo, suponho, pois pode acontecer que alguém ainda lá escreva algo.
    Mas, dizia eu, não me espantei com o facto da tua interessante Esquina lá figurar, espanta-me muitíssimo, tal como te espantou a ti, é como foi possível que de um momento para outro, sem que a maioria de nós se apercebesse, o jornalista tivesse partido, assim...sem que nada o fizesse esperar.
    A Vida é mesmo o Momento que Passa...

    Paz à sua Alma.

    Um beijinho para ti.

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  5. Unknown,
    De facto. Muito jovem, ainda.

    Célia,
    Para quem, como eu, que o conhecia apenas enquanto figura pública, desconhecendo que se encontrava doente, foi totalmente inesperado.

    Gracinha,
    São sempre momentos tristes.

    Catarina,
    É mesmo.

    Papoila,
    Como refere o Ricardo ( e o link do texto indicava), o Pedro Rolo Duarte.

    Ricardo,
    Dos bons.

    CCF,
    Nem queria acreditar quando li a notícia.

    Janita,
    Obrigada pela tua gentileza no que se refere aqui ao blog. Quanto ao desaparecimento do jornalista, foi, de facto, inesperado. Acredito que até para quem sabia da sua doença. Mesmo nessas circunstâncias, a morte sempre nos surpreende porque tendemos a pensar que virá, sim, mas não ainda.


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