terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Perfume

Não sei se foi da chuva miudinha que caiu um pouco antes. Não sei se foi acaso. Não sei se foi conspiração. O certo é que os cheiros das resinas, das estevas, do rosmaninho e dos tomilhos estavam absolutamente desenfreados. Como diabos à solta rodaram em volta de mim, puxaram-me pelos cabelos, entraram-me narinas dentro e entranharam-se de tal modo que, ainda agora, horas depois da caminhada, estão por aqui a dominar-me os sentidos.

17 comentários:

  1. A chuva tem esse condão, de estimular os odores das plantas duma forma totalmente envolvente.
    Já tem dose para uns tempos, Luísa. :)

    ResponderEliminar
  2. Que bem acompanhada, esses cheirinhos são deliciosos.
    bjs

    ResponderEliminar
  3. Cheiros que anunciam a primavera, ao contrário destas bandas que é muito frio e chuva.

    Beijinho Luísa.

    Adélia

    ResponderEliminar

  4. Olá Luísa envia o posicionamento GPS do local para os amigos e amigas :)))

    ResponderEliminar
  5. Cheiros inebriantes. A chuva ativa-os. E o cheiro a terra recém molhada... hummmmmmm!

    ResponderEliminar
  6. Deve ser a conspiração dos sentidos, Luísa! :)

    *-*

    ResponderEliminar
  7. quase os consegui sentir...
    beijinho, Luisa.

    ResponderEliminar
  8. Então, foi muito boa a caminhada, Luisa. Só pode. :)

    ResponderEliminar
  9. ~ ~ ~
    ~~~ Como adoro

    esses aromas bucólicos, muito nossos!

    ~ Muito disciplinada nas caminhadas...

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    ResponderEliminar
  10. selvagens os odores... campestres.

    beijo

    ResponderEliminar
  11. O máximo esta descrição :)
    um beijinho

    ResponderEliminar
  12. A chuva e os cheiros têm destas coisas... melhor mesmo é quando o Sr. Vento também dá um ar da sua graça e anima tudo em que toca...

    ResponderEliminar